considero absurdamente loucura a ideia da pessoa que consegue destruir o outro em trezentos pedacinhos pelo fato de já ter sido machucado.
e diz ter pavor disso acontecer novamente consigo mesmo,
sem enxergar o sangue em suas mãos.
k.
(via neckkiss)
“O que havia dentro de mim era tão feio, tão infeliz, tão encharcado de dor e horror que a ideia de alguém conhecer isso era terrível e difícil de compreender.”
(via neckkiss)
considero absurdamente loucura a ideia da pessoa que consegue destruir o outro em trezentos pedacinhos pelo fato de já ter sido machucado.
e diz ter pavor disso acontecer novamente consigo mesmo,
sem enxergar o sangue em suas mãos.
k.
já tínhamos deixado de ser “nós” a tanto tempo
o relógio tinha parado
e a paixão tava guardada
na última gaveta da cômoda
coberta de poeira
por mais fácil que fosse segurar
com afinco o que já era conhecido
sem perceber que, na verdade
estávamos completamente cheios de nós dois
e vazios de nós mesmos
sem nenhuma individualidade
completamente perdidos
no fim das contas não é só sobre amor, sabe?
e dói bastante
doía no banho, na rua, no uber
doía em todos os cantos
que te levei ao redor da cidade
mas sarou
eu vou pra sempre carregar você comigo
não como algo que não deu certo
e sim como alguém que se derramou em mim sem medo
verdade é que nunca faltou amor
faltou todo o restante.
With love, C.
(via romantizarem)
“Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo.”— Clarissa Corrêa
(via romantizarem)
“E foi tão bom constatar que não me atinge mais. Não me entristece, não me aborrece, não me tira o sono. Passa por mim. Mas, não me atravessa.”— Tati Bernardi.
(via romantizarem)
(via neckkiss)
(via neckkiss)